
O Museu Histórico de Capim Branco é sediado na casa mais antiga da cidade, conhecida popularmente como “Casarão”, que foi totalmente restaurado com a finalidade de perpetuar a memória e a identidade da comunidade. O imóvel apresenta arquitetura do período do império, época do coronelismo e dos tropeiros. Foi prisão de escravos, ponto de descanso e pernoite de tropeiros e viajantes que se direcionavam a Diamantina, Sabará, Ouro Preto e cidades vizinhas. Nos séculos seguintes, foi comércio de carnes, barbearia e mercearia. Mais tarde, tornou-se propriedade e moradia da família de Antônio José da Silva. O casarão ficou sem moradores por longos anos, mas a família sempre cuidou dele. Com o passar do tempo, o imóvel deteriorou-se e no ano de 2009 os herdeiros o venderam. No mês de outubro de 2010, a Administração Municipal e o Conselho de Patrimônio fizeram a aquisição e tombamento do mesmo como Patrimônio Histórico Municipal, a fim de conservá-lo para as gerações futuras. (extraído do site oficial da Prefeitura Municipal)
| População (censo 2022) – 10.663 pessoas | Características de Capim Branco segundo a I.A. do Google: Localização: Localizada no noroeste da RMBH. Economia: A economia está em transição, com a intensificação do processo de urbanização no seu território. Há uma presença da atividade minerária. A cidade é exemplo no incentivo à agricultura familiar. Características: A população de Capim Branco, de acordo com o Censo do IBGE, é de 10.663 pessoas. |
| Área territorial km2 (2024) – 95,333 Km2 | |
| Aniversário da cidade – 12 de dezembro | |
| Prefeito (2025) – Elvis Presley Moreira Gonçalves | |
| Site oficial da prefeitura | |
| Site da Câmara Municipal | |
| Resumo total dados IBGE |
Padroeira da cidade: Nossa Senhora da Conceição
Data da celebração: 8 de dezembro
Listagem do Patrimônio Cultural protegido no município de Capim Branco

No início do século XX, Capim Branco teve a primeira Capela de Nossa Senhora da Conceição, construída por filhos da terra com ajuda de fazendeiros da região. Na década de 40, houve uma tempestade e caiu um raio atingindo a igreja, trincando partes de suas paredes e provocando um incêndio. Por volta do ano de 1946, viu-se a necessidade de demolir a antiga capela, pois as estruturas estavam muito abaladas. Após reunião entre as lideranças e o pároco, resolveram jogar tudo abaixo, aproveitando somente as telhas. Iniciaram os trabalhos para construir uma igreja maior tendo em vista o aumento da população. Foi criada uma comissão e houve participação de todo o povo capim-branquense na construção e, com muita luta, a igreja foi reerguida. Em março de 2004 a igreja passou por uma reforma geral e Capim Branco tem hoje uma belíssima Igreja Matriz localizada no centro da cidade, em ótimo estado e com tamanho suficiente para comportar a comunidade cristã, proporcionando conforto e bem-estar para todos os paroquianos nas cerimônias religiosas. (extraído do site da Prefeitura)
Capim Branco: resumo de sua história
A história de Capim Branco, MG, remonta à época da mineração em Minas Gerais, quando tropeiros que transportavam ouro e diamantes utilizavam rotas fluviais. Durante uma parada para descanso às margens do Ribeirão da Mata, os viajantes encontraram uma vasta planície coberta por uma gramínea nativa com flores brancas, o que inspirou o nome “Capim Branco” para o local. O povoado cresceu e tornou-se distrito em 1890, passando por diferentes jurisdições municipais até sua emancipação em 12 de dezembro de 1953.
Destaque: A pequena cidade interiorana de Capim Branco é acolhedora, caracterizada por seus moradores alegres, de risada fácil, capazes de fazer piadas de suas próprias mazelas, com muitos casos engraçados que dão origem a um vocabulário especial. Foi conhecida por muito tempo como a “Terra do Alho”, no período em que o cultivo desse produto abastecia o mercado mineiro e de outros estados. Essa atividade alavancava a economia e impulsionava as manifestações culturais e o turismo através da realização da Festa do Alho e dos bailes que atraíam pessoas de toda a redondeza. Atualmente, Capim Branco destaca-se pela agricultura orgânica e por suas festas populares, dentre as quais, o carnaval de época animado pelo tradicional “Boi da Manta” e os desfiles das Escolas de Samba. (Extraído do site da Prefeitura Municipal).
Atrações culturais e turísticas
Atrações: Capim Branco é um município menor com foco na tranquilidade e na vida interiorana. As atrações costumam ser a Igreja Matriz local, praças e eventos cívicos e religiosos da comunidade.
O Museu Histórico de Capim Branco — instalado num casarão do século XVIII — é o principal acervo cultural da cidade: preserva objetos, fotos e narrativas da história local, dos tropeiros, do período colonial, e da trajetória da cidade.
A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição (no centro da cidade) e a capela rural do bairro Matos de Cima com seu cruzeiro histórico também fazem parte do patrimônio religioso local.
Em termos culturais e de festas/tradições: Capim Branco preserva manifestações populares como o tradicional Carnaval de Capim Branco (Boi da Manta), as serenatas da centenária Corporação Musical Nossa Senhora da Conceição e eventos como o Encontro de Carros Antigos de Capim Branco. Destaca-se, também, a Festa do Capim Branco, evento que celebra a cidade com shows e atividades, geralmente em agosto.
Capim Branco tem esse ar de interior mineiro acolhedor — ideal para quem busca calmaria, história local, simplicidade e tradição.
Para quem gosta de: história, tradições locais, turismo calmo e cultural no interior mineiro.
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