
Foto antiga de São Joaquim de Bicas, do site da Prefeitura Municipal
| População (censo 2022) – 34.348 pessoas | Características de São Joaquim de Bicas segundo a I.A. do Google: Localização: Integra a RMBH, com relevo montanhoso e biomas Mata Atlântica e Cerrado. Economia: Recebe grandes investimentos em mineração, mas a atividade entra em conflito com a preservação ambiental e hídrica. A agropecuária também é relevante e enfrenta disputas por uso do solo. Desenvolvimento: A intensificação industrial e minerária causa reestruturação territorial e demográfica, com um Índice de Harmonia da Cidade (IHMC) médio. |
| Área territorial km2 (2024) – 71,758 Km2 | |
| Aniversário da cidade – 21 de dezembro | |
| Prefeito (2025) – Matheus Antonio Lara Maia Resende | |
| Site oficial da prefeitura | |
| Site da Câmara Municipal | |
| Resumo total dados IBGE |
Padroeiro da cidade: São Joaquim
Data da celebração: 26 de julho
São Joaquim de Bicas: resumo de sua história
O povoamento de São Joaquim de Bicas teve início com a fixação de famílias às margens do Rio Paraopeba, em terras propícias para a agricultura e criação de gado, após a passagem de bandeirantes no final do século XVIII. A religião foi um fator central na formação do arraial, cujo nome foi inspirado por uma imagem de São Joaquim em uma capela local. O arraial foi elevado a distrito de Pará de Minas em 1880, mas perdeu essa condição ao ter seu cartório transferido para Igarapé (então povoado do Barreiro). Uma nova igreja foi construída após uma mobilização popular, marcada por relatos folclóricos de uma “pedra fundamental” que não pôde ser roubada por rivais.
Após várias mudanças administrativas, o distrito pertenceu a Mateus Leme e, posteriormente, a Igarapé. Tentativas de emancipação nas décadas seguintes foram frustradas, até que um plebiscito em 22 de outubro de 1995 obteve maioria favorável. São Joaquim de Bicas foi finalmente elevada à categoria de município pela Lei 12.030, de 21 de dezembro de 1995, e sua instalação oficial ocorreu em 1º de janeiro de 1997.
A Pedra Fundamental
Em 1880 São Joaquim de Bicas recebeu um Cartório de Registros e teve sua condição elevada a Distrito de Pará de Minas. Nesse período o arcebispo de Mariana criou a paróquia de São Joaquim, concedendo mais autonomia religiosa. O cartório, no entanto, foi transferido para o povoado do Barreiro (atual Igarapé). Isso fez com que São Joaquim de Bicas fosse rebaixado à condição de povoado, porém ainda era a sede da paróquia.
A capela de madeira acabou por se tornar pequena ante o crescente número de fiéis. A construção de uma nova capela necessitava da bênção da “pedra fundamental” por uma autoridade eclesiástica. A mobilização do povo, realizando várias peregrinações até Mariana para pedir ao bispo, deu resultado e a bênção foi concedida. Outras comunidades também tinham o desejo de construir uma igreja que seria a sede da paróquia, sendo assim, segundo relatos de quem presenciou, um grupo de homens de Igarapé foi enviado para roubar a pedra fundamental. Conta-se que estes, por razões sobrenaturais, não tiveram força para mover a pedra e foram expulsos por um grupo de mulheres armadas com foices, enxadas e outras armas improvisadas. Com receio de outras incursões como esta, os moradores montaram piquetes nos limites do município, mas a tentativa não se repetiu.
Os moradores construíram a nova igreja, enterrando a pedra fundamental embaixo do altar e reformaram a velha igreja de madeira, mas a praça consistia apenas na igreja, sem nenhum jardim ou sequer bancos. Esses adereços só foram acrescentados em 1966 quando o prefeito de Igarapé (município já independente ao qual São Joaquim de Bicas pertencia à época) reformou toda a praça da igreja de São Joaquim cultivando jardins e construindo bancos com nomes daqueles que ajudaram na construção da nova praça.(Extraído do site da Prefeitura Municipal).
Atrações culturais e turísticas
Município mineiro que se destaca por uma combinação de natureza e um patrimônio cultural vivo e significativo.
Natureza e Paisagem
A cidade é banhada pelo Rio Paraopeba, oferecendo áreas verdes e trechos tranquilos ideais para quem busca sossego e contato com a natureza. O Mirante do Cruzeiro é um ponto de destaque, proporcionando vistas panorâmicas espetaculares da região circundante.
Cultura e Comunidades
A presença da Aldeia Indígena Naô Xohã (também grafada como Naõ Xohã), localizada próxima ao bairro Nossa Senhora da Paz, é um marco de resistência cultural e preservação das tradições indígenas, enriquecendo a história e a identidade locais.
Principais Atrações Urbanas e Culturais
Praça da Promessa: Um espaço público de convivência e lazer, inaugurado recentemente, que conta com jardins, quiosques, playground e áreas de descanso, sendo um ponto de encontro popular para a comunidade.
Casa da Memória Maria da Conceição de Almeida: Um espaço museológico que funciona como guardião da história local, reunindo documentos históricos, fotografias e objetos que narram a trajetória da comunidade.
Capelinha Senhor dos Passos: Um espaço religioso de grande importância histórica e cultural, reconhecido como patrimônio local, que faz parte da identidade espiritual da cidade, especialmente durante celebrações religiosas tradicionais.
São Joaquim de Bicas preserva um ambiente tranquilo, ideal para escapadas da rotina urbana, combinando a simplicidade do interior com a riqueza de suas manifestações culturais e naturais.
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